1. Respiração com Ruído na Garganta

    Fazendo a respiração completa, contraia levemente a glote fazendo com que o ar flua com uma certa pressão. Essa contração deve produzir um som suave e contínuo, baixo e uniforme como um ressonar. Você pode iniciar produzindo o som da vogal A (AAAAAAHHHHHH), só que com os lábios fechados. Faça por 2 minutos. Efeitos: aquece o corpo, normaliza o funcionamento da glândula tireóide e do sistema endócrino, aumenta a imunidade e estimula a concentração.

2. Respiração do Crânio Brilhante

    Elimine o ar dos pulmões. Inspire lenta e profundamente e, sem reter o ar, expire vigorosamente pelas narinas, fazendo ruído e contraindo intensamente o abdômen. Volte a inspirar de forma completa e suave, torne a soltar o ar com vigor, sem necessidade de contrair ombros ou rosto (a inspiração é relaxada). Procure manter um determinado ritmo. Faça 3 séries de 15 segundos. Efeitos: limpa rapidamente as vias respiratórias, fortalece o sistema nervoso e tonifica o metabolismo. Proporciona excelente oxigenação cerebral, limpando e purificando os pulmões e revigorando os órgãos internos. Produz também um certo estado de euforia, aumentando a confiança em si mesmo.

3. Respiração com o som da Abelha

   
Coloque a ponta dos polegares dentro dos canais auditivos, fechando assim seus ouvidos para os sons externos. A inspiração e a expiração são amplas e sem pausas. Inspire profundamente e, ao expirar, pronuncie o fonema M de forma baixa e contínua, como se fosse um murmúrio, ou o som do vôo de uma abelha. Emita o som e concentre-se nele. Repita algumas vezes e, ao terminar, permaneça alguns instantes com os polegares nos ouvidos, apenas percebendo os sons sutis que vibram no interior do seu corpo. Efeitos: é um ótimo exercício para despertar a sensibilidade, clareando e estabilizando a mente. É uma preparação para a fase de meditação.

4. Respiração Alternada

   
Com o polegar direito, obstrua a narina direita e inspire lenta e profundamente pela narina esquerda. Retendo o ar nos pulmões, obstrua a narina esquerda com o indicador direito, abrindo o polegar. Solte lentamente o ar pela narina direita. Mantenha a posição dos dedos e inspire pela direita. Inverta a posição dos dedos e solte o ar lentamente pela narina esquerda. Esse é o primeiro ciclo. Faça pelo menos 3 ciclos a cada prática. A dica é só trocar de narina com os pulmões cheios. O ciclo se inicia com uma inspiração pela narina esquerda e termina com uma expiração pela mesma. Efeitos: bem-estar, calma, clareza mental, equilíbrio das duas correntes energéticas (ída e píngala), equilibrando os dois hemisférios cerebrais. É um excelente exercício para encerrar as práticas de Pranayama.

5. Respirações Conectadas

    Inspire e expire pelo nariz. Faça 4 respirações curtas seguidas de 1 profunda. Repetir 4 vezes esse pequeno ciclo completando assim as 20 Respirações Conectadas. Fazer esse ritmo respiratório uma ou duas vezes ao dia nos leva, dentro de um ano, a plena consciência da respiração.

 

Apostila de Pranayama
Módulo Avançado de Respiração Consciente
Instituto de Renascimento de São Paulo
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Exercícios

   Há milênios os sábios do Oriente, principalmente do Egito e da Índia, dedicaram cuidadosos estudos à respiração e seus efeitos em nosso organismo.
   A velha civilização chinesa sempre utilizou exercícios respiratórios para a cura de várias moléstias, que depois também foram adotados pelos antigos médicos da Grécia e de Roma.
   Dentro da tradição do Yoga, a prática voltada aos exercícios respiratórios é chamada de Pranayama (prana = alento, força vital, energia; yama = controle, domínio.

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